Familiares aguardavam 2º voo panorâmico quando descobriram pela internet queda de helicóptero que matou 3 parentes
Familiares aguardavam 2º voo panorâmico quando descobriram pela internet sobre acidente Familiares das três colombianas que morreram na queda de um helicópt...
Familiares aguardavam 2º voo panorâmico quando descobriram pela internet sobre acidente Familiares das três colombianas que morreram na queda de um helicóptero no Rio estranharam a demora no retorno da aeronave e descobriram pela internet que ela havia caído, segundo Victor Manrique, filho de Rocio Cubillos. “Passou uma hora e não tivemos uma resposta oficial. Buscando na internet detalhes sobre o acidente, pois começamos a receber informações e soubemos que era nossa família porque era o único voo, o mesmo horário, a mesma quantidade de pessoas, então já sabíamos que era eles” , disse Victor na manhã deste domingo (9) no Instituto Médico Legal (IML) antes de fazer o reconhecimentos dos corpos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Ele e outros familiares aguardavam no Aeroporto de Jacarepaguá para fazer um segundo voo panorâmico, já que não foi possível que todos embarcassem na mesma viagem. Rocio, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17, haviam embarcado no primeiro voo. “Vimos que elas não voltavam e continuavam saindo vários helicópteros. Saíam e voltavam. Eu sei porque duas famílias me pediram o favor de tirar uma foto. Iam e voltavam, iam e voltavam. E seguiram operando. E eles já sabiam do acidente”, afirmou Laura, esposa de Vitor. Segundo ela, a empresa continuava afirmando que as vítimas haviam feito um pouso forçado e que não havia motivo para preocupação. Segundo o advogado da Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP), tão logo a empresa teve conhecimento do acidente, todos os voos foram imediatamente suspensos. "Acontece que no aeroporto existem diversas empresas que prestam o mesmo serviço e utilizam o mesmo pátio de pouso e decolagem", informou o advogado Arnaldo Muniz. Parente de vítimas de helicóptero que caiu no Rio publica fotos da viagem: ‘El último viaje de la mitad de mi familia’ Reprodução redes sociais A representante da empresa responsável pelo voo afirmou que a prioridade, desde o acidente, tem sido prestar assistência aos familiares das vítimas. "A nossa primeira preocupação foi dar todo suporte para a família. Verificamos com eles quais os familiares que queriam vir para o Brasil, trouxemos esses familiares. Procuramos dar todo suporte para essas famílias porque nada vai compensar essa perda. A empresa jamais vai se omitir”, disse Eliane Ambrósio, representante da empresa VRP (Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos). A TV Globo entrou em contato com o Aeroporto de Jacarepaguá para saber como ficou o funcionamento do local após o acidente, mas ainda não obteve retorno. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que o helicóptero tinha certificado válido e estava autorizado a realizar voos panorâmicos. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai investigar as causas do acidente. A Polícia Civil do Rio também abriu uma investigação. O helicóptero decolou por volta das 11h deste sábado (8) para um voo panorâmico com destino ao Cristo Redentor. A previsão era que a aeronave retornasse ao aeroporto para buscar os outros familiares. O acidente aconteceu pouco tempo depois da decolagem, em uma área de mata fechada da Floresta da Tijuca, próxima à Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio. Após a queda, os destroços da aeronave pegaram fogo. O piloto Alessandro Rocha e as três passageiras colombianas morreram. A família estava no Rio para comemorar os 15 anos de Laura Manrique. Ela faria o segundo voo panorâmico com outros três parentes e não estava na aeronave que caiu. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.