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Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em escola municipal de São Pedro da Aldeia

Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em escola municipal de São Pedro da Aldeia Divulgação Um tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla), espécie considera...

Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em escola municipal de São Pedro da Aldeia
Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em escola municipal de São Pedro da Aldeia (Foto: Reprodução)

Guarda Ambiental resgata tamanduá-mirim em escola municipal de São Pedro da Aldeia Divulgação Um tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla), espécie considerada vulnerável à extinção, foi resgatado pela Guarda Ambiental de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, após ser encontrado nas dependências da Escola Municipal Quilombola Dona Rosa, no bairro Botafogo. O animal recebeu atendimento veterinário, passou por um período de observação e foi solto em segurança na natureza. A ocorrência foi registrada depois que um morador da localidade entrou em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Pesca, informando sobre a presença do animal na unidade escolar. O resgate foi realizado pelo guarda ambiental Moreira. Durante a avaliação inicial, o agente identificou a necessidade de atendimento veterinário. “Percebi que o animal precisava de cuidados médicos veterinários e achei melhor encaminhar para a Secretaria para levarmos a uma clínica”, relatou. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O tamanduá recebeu atendimento voluntário da médica veterinária Mônica Oliveira, que realizou exame físico completo, avaliando peso, score corporal, presença de lesões, possíveis fraturas e a existência de parasitas. Como não foram constatadas alterações clínicas, o animal foi encaminhado para um período de observação de 48 horas. Durante o período de observação, o tamanduá se manteve estável, com comportamento adequado, boa alimentação e sem alterações fisiológicas, sendo considerado apto para a soltura. A devolução do animal ao habitat natural foi realizada pelo guarda ambiental Prates, seguindo os protocolos ambientais. Segundo ele, o local escolhido para a soltura possui área de mata, espaço amplo e presença de formigueiros, o que favorece a adaptação da espécie.

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